London Life 1 – Exploring London


London Life – a new series about what it is like to live in London and a look at some of the many exciting things that are happening there. In this week’s programme, Jackie Dalton goes on a tour of some of the lesser known attractions of London, including some special little green huts and a statue in honour of the man who helped London’s human waste problems!
VOCABULARY USED IN THE SHOW


a tour guide
someone who shows people interesting places and explains their history

Londoners
people who live in London

to start from scratch
to start from the very beginning

cab drivers
taxi drivers

listed buildings
historically important buildings which are officially protected so they can’t be changed

a monument
a statue or building built to honour someone or something

sewers
pipes that carry human waste

a bust
a model of a head, shoulders and chest

he was knighted
he was honoured by being given the special title ‘Sir’

Don’t forget to check your comprehension with the quiz.

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Cantada: existe palavra equivalente em inglês? Qual?


A língua portuguesa é muita rica, especialmente em se tratando de vocábulos relacionados a assuntos amorosos. O inglês tem flirt e flirtation, enquanto o português tem, entre outros, paquera, azaração, xaveco e até flertar. Mas esses termos são próximos à flirt e à flirtation. A palavra que não existe em inglês é cantada. O motivo da falta desse termo em inglês é, na maior parte, cultural.

cantada

Há um site em inglês chamado Hollaback. A missão é publicar fotos de homens flagrados na hora de passar uma cantada. Acontece que, nos Estados Unidos, uma cantada na rua é considerada, quase sem exceção, assédio sexual. Tem até nome: street harassment. Os homens de hoje, em países como Inglaterra e Estados Unidos, andam um pouco paranóicos nas ruas, nas faculdades e nos escritórios, tentando evitar qualquer comentário ou gesto que possa ser interpretado como alusão à beleza física ou relação não-platônica.

Uma cantada em português pode ser boa ou ruim – depende de quem estiver “passando a cantada” – e da maneira de quem está sendo cantada recebê-la. Tem a famosa “cantada de pedreiro”, por exemplo, que muitas considerariam serem de mau gosto. Isso existe em países anglofalantes também:

  • cantada (de pedreiro)
  • catcall (+/-)
  • Ela sentia uma náusea ao ter que escutar as cantadas de pedreiro enquanto caminhava ao trabalho
  • She would feel nauseous when having to listen to the catcalls as she walked to work.

Só que um catcall é um assobio, o famoso “fiu fiu”, e não exatamente uma cantada. Mesmo na rua, uma mulher brasileira pode levar uma cantada e não se sentir ofendida. Este é um bom exemplo, de um blog pessoal:

Quinta-feira levei uma cantada na rua. Estava eu a atravessar a rua, exatamente em uma esquina, quando vejo um senhor na minha frente: barbudo, roupas largas e sujas, uma garrafinha de pinga embaixo do braço, e no máximo dois dentes na boca. E o que ouço? “Minha nossa, que delícia!” Hum? Comigo? (…) Gente, recebi uma cantada! Se o cara era vesgo, bêbado, sujo e banguela, isso não importa. Elevou minha moral (sic)!

Existe também a cantada dada com vistas à paquera:

  • cantada (xaveco)
  • a come on; a pick-up line (AmE); a chat-up line (BrE) (+/-)
  • Você não precisa me dar uma cantada para me conquistar.
  • You don’t have to use a pick-up line on me to pick me up.

Um come-on é parecido com cantada nesse sentido, só que uma cantada é sempre falada, e um come-on pode ser um gesto, ou até um sorriso. Além disso, a palavra tem conotação mais para negativa. E as expressões em inglês com line (pick-up line, chat-up line) também têm conotação negativa, beirando a cafonice.

Cf. Como se diz “namorar firme” em inglês?

Além do mais, uma line vem da ideia de line of dialogue (“linha de diálogo”), ou seja, uma coisa a ser decorada, normalmente com o propósito de convencer ou enganar, tanto que existem as expressões buy a linefall for a line (“deixar-se enganar por um papo”), que confirmam essa conotação. A palavra cantada é diferente.

Além disso, todos os termos citados têm como finalidade conversar com a pessoa para, quem sabe, pegar o nome e o telefone dela. O homem (ou a mulher) que dá uma cantada na rua nem sempre quer isso. Pode ser uma simples observação ou comentário.

Cf. Como se diz “ficar” em inglês?

A maior diferença, contudo, entre cantada e qualquer termo parecido em inglês é o elemento cultural. Moro perto de uma praia bastante frequentada por jovens e fico observando seus rituais amorosos. Uma cena típica é a de um grupo pequeno chamar a atenção de uma delas, ou de todas.

Muitas vezes as meninas nem olham, ou dão um sorriso e continuam andando. Outras vezes, não tão raras, uma ou todas elas param e viram para falar com o rapaz ou rapazes, ou seja, aqui, no Brasil, a cantada é usada porque, às vezes, funciona. A cantada pode ser vista até como um elogio, uma coisa bem-vinda, como no trecho a seguir, também de um blog:

Levei uma cantada hoje, (…) a cantada mais inteligente, doce e sutil da minha vida. Qem passou a cantada é o cara mais lindo, charmoso e gostoso [da rua onde eu moro]. (…) Meu coração disparou, pensei em largar tudo e segui-lo para o resto da minha vida.

Em inglês, não existe equivalente léxico nem cultural.

Cf. Como se diz “dar uma cantada” em inglês?

Cf. Como dizer “dar em cima” em inglês?

Cf. Qual é a tradução de “TO HIT ON SOMEBODY”?

Referência: “Como se diz chulé em inglês?” de Ron Martinez – Editora Campus/Elsevier, 2007. Leia a resenha. Compre seu exemplar  com conforto e segurança no site da Disal Distribuidora.

Expressões dos Seriados: Nuthouse


Hi everyone! A expressão de hoje é “Nuthouse“. Ela significa “hospício”. Confira abaixo os exemplos com áudio.

  • My classroom was more of a nuthouse yesterday. [ Minha sala de aula estava parecendo um hospício ontem. ]
  • She had to be committed to a nuthouse because she really lost it. [ Ela teve que ser internada num hospício porque ela ficou doidinha. ]

Ouça o áudio:

http://www.englishexperts.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Nuthouse.mp3

Baixe o mp3

I hope you like it!

Referência

Ebook Gírias & Expressões dos Seriados III (com áudio). Adir Ferreira e Tim Barrett (áudio). Ebooks do English Experts, 2013. 65 pág. [compre na Fórum de Idiomas Store]

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Episode 61: Decision time


Mr Socrates has sacked Paul from his position as manager of Tip Top Trading and he’s offered Anna a promotion to be the new boss. But will she accept?

Language related to being offered and accepting a promotion:

This week’s programme focuses on the language you may hear if you are offered a promotion and what to say in return:

Phrases from the programme:

This promotion recognises your achievements at the company.

It’s an opportunity of a lifetime.

You would be my right-hand man/woman.

And what you might say:

I’d be delighted to accept. Thank you.

When would I start?

Could we discuss the terms and conditions of the new job?

Click here to get audio and transcription

Great Podcast

The truth about smart drugs – Reading BBC


“You know how they say that we can only access 20% of our brain?” says the man who offers stressed-out writer Eddie Morra a fateful pill in the 2011 film Limitless. “Well, what this does, it lets you access all of it.” Morra is instantly transformed into a superhuman by the fictitious drug NZT-48. Granted access to all cognitive areas, he learns to play the piano in three days, finishes writing his book in four, and swiftly makes himself a millionaire.

Limitless is what you get when you flatter yourself that your head houses the most complex known object in the universe, and you run away with the notion that it must have powers to match.

A number of so-called ‘smart drugs’ or cognitive enhancers have captured attention recently, from stimulants such as modafinil, to amphetamines (often prescribed under the name Adderall) and methylphenidate (also known by its brand name Ritalin). According to widespread news reports, students have begun using these drugs to enhance their performance in school and college, and are continuing to do so in their professional lives.

Yet are these smart drugs all they are cracked up to be? Can they really make all of us more intelligent or learn more? Should we be asking deeper questions about what these pharmaceuticals can and can’t do?

Thought process

Cognition is a suite of mental phenomena that includes memory, attention and executive functions, and any drug would have to enhance executive functions to be considered truly ‘smart’. Executive functions occupy the higher levels of thought: reasoning, planning, directing attention to information that is relevant (and away from stimuli that aren’t), and thinking about what to do rather than acting on impulse or instinct. You activate executive functions when you tell yourself to count to 10 instead of saying something you may regret. They are what we use to make our actions moral and what we think of when we think about what makes us human.

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Pensando um pouco mais sobre a Gramática: Simple Present


Hey There! What’s up? A ideia de escrever este artigo veio da percepção de uma necessidade de olhar para alguns tópicos gramaticais a partir de uma perspectiva diferente.

Sou professor em cursos de inglês e trabalho (como aluno de graduação) com análise de livros didáticos de língua inglesa em um grupo de pesquisa da UFRJ. O que percebo nos livros é um foco muito grande nas estruturas da língua inglesa. Isso é ruim? Claro que não! O problema é que a estrutura muitas vezes é o ponto de chegada do ensino e não uma parte dele. Nós professores e também alunos estamos acostumados com essa realidade e nem pensamos em refletir sobre essa forma de ensino. Confuso né? Ok, com um exemplo você irá entender melhor.

Faça um teste: procure um livro de inglês, abra na sessão que explica oSimple Present e veja o que você encontrará: uma tabela com todas as formas de conjugação do Simple Present nas formas afirmativa, negativa e interrogativa. Logo depois, exercícios de completar com a conjugação correta.

A minha pergunta é: quando nos comunicamos em nosso dia a dia estamos mais preocupados – na maioria das vezes – com o significado, o conteúdo do que estamos dizendo ou com a forma verbal que utilizamos? A menos que a intenção seja “falar bonito”, vamos prestar atenção mais no sentido. Por que não partir da ideia de sentido, ao invés da estrutura da linguagem? Pense na circunstância abaixo:

Um amigo contando uma situação para outros amigos em um bar:

Guys, Guess what happened to me yesterday: I was waiting for the bus a guy comes with his girlfriend and cuts the line. What do I do? I leave my place and stop right before them. They look at me and ask: Are you nuts? And I say: this is my place in the line. I got here first, so sorry! [Oi pessoal, vocês não sabem o que aconteceu comigo ontem. Eu estava esperando pelo ônibus quando um cara chega com a namorada e fura a fila. O que eu faço? Eu saio do meu lugar e paro bem antes deles. Eles olham pra mim e perguntam: você está maluco? Eu viro pra eles e digo: esse aqui é o meu lugar na fila! Eu cheguei primeiro, sinto muito!]

Você pode perceber que temos muitos verbos que estão no Simple Present para falar de um evento passado (yesterday). Calma! Tem alguma coisa errada! Eu aprendi com meu professor que a gente usa oSimple Present para falar de coisas no presente. Para o passado a gente usa o Simple Past. Certo? A resposta é: não necessariamente. No exemplo acima, o tempo é passado, mas eu uso o Simple Present. Pra quê? Pense comigo, nós falamos do passado, falamos do futuro mas VIVEMOS em um eterno presente.

Dessa forma, quando usamos os verbos no presente trazemos o acontecimento para mais próximo do momento em que estamos falando e tornamos a conversa mais viva. Assim, o evento é distante em termos cronológicos, mas próximo em termos de nossa experiência. Como você pode ver, se você quiser envolver mais as pessoas, fazendo-as “perceber” o ocorrido mais intensamente, você pode – estrategicamente – usar oSimple Present.

Não esgotamos todos os usos não muito enfatizados desta forma verbal, essa é apenas a ponta do iceberg. Quando a gente fala de língua, nada é tão clear-cut (preto no branco). A ideia é estudar a estrutura, mas também o sentido que ela pode construir e utilizar esse novo conhecimento como ferramenta na nossa interação com o outro.

Aprenda mais sobre o Simple Present

  1. Paródia para aprender as regras do Simple Present
  2. Simple Present: Macete para o uso do S na terceira pessoa do singular
  3. Presente Simples em inglês: Conceitos básicos
  4. Exercício: Texto em inglês com o Simple Present

Um abraço e até a próxima!

Sobre o Autor: Thiago Moreira da Silva é professor de inglês e aluno de graduação da UFRJ. Faz pesquisas em linguística aplicada, na área de análise de livros didáticos de língua inglesa e atua também como professor no CLAC/UFRJ para alunos da graduação.

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Evite o mico do ventilador


Howdy English Experts readers! O boletim de hoje está recheado de dicas. Destaque para a revisão do uso do Past Simple e Present Perfect feita pelo professor Marcos (1). Aprenda ainda a diferença entre dizer “He has found” e “he found” (2); e descubra a diferença entre fan e ventilator (3), essa última vai evitar você de pagar um mico. Enjoy your studies!

  1. Gramática de Frases envolvendo Past e Present Perfect
  2. Diferença entre “He has found” e “he found”
  3. Fans x Ventilators – What’s the difference?
  4. Como dizer “Deseja tomar alguma bebida?” em inglês
  5. Como dizer “Desgraça pouca é bobagem” em inglês

Colaboradores

Este boletim só foi possível graças ao esforço e espírito colaborativo de algumas pessoas, são elas (por ordem alfabética): Frederico de Almeida, Giuseppe Lima, Henry.army, Juliana Rios, Junior Lucas, luizamartins, Marcio_Farias, Marcos, Matheus Nunes, PPAULO, Telma Regina, Thiago Balduino, Thomas e zumstein.

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