Ainda é possível encontrar praias desertas perto de SP


Uma praia de areias vazias, sem a barulheira da multidão e esbarrões no mar em pleno verão. Se você, morador da capital paulista, pensa que esse sonho está muito distante, engana-se.

Folha separou cinco dicas de praias quase desertas pertinho do agito da capital, onde é possível chegar por meio de trilhas ou de barcos alugados. Separe a sacolinha para o piquenique e aproveite o verão sem estresse.

Veja galeria de fotos das praias de SP

CALHETAS, SÃO SEBASTIÃO

Ao passar pela praia de Toque Toque Pequeno, sentido centro de São Sebastião, quem olha do alto da SP-055, no km 145, tem uma grata surpresa.

Lá embaixo está o que parece ser uma pequena ilha, de areias branquinhas, cercada de pedras.

É a praia de Calhetas (que não é uma ilha), cuja entrada fica logo após o km 144. Automóveis de desconhecidos não entram, só os de donos das casas de um condomínio.

O melhor é deixar o carro em uma praia grande perto, como o centro ou Maresias, e tomar um táxi ou o ônibus coletivo.

Da portaria do condomínio, são cerca de dez minutos de caminhada em passos tranquilos.

A praia é calma, o mar é azulzinho e há uma cachoeira, com queda de 40 metros, que valem uma visita de dia inteiro.

Daniel Marenco-12.jan.2012/Folhapress
Praia de Calhetas, em São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo
Praia de Calhetas, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo; veja galeria

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PRAIA DO AMOR, SÃO SEBASTIÃO

Ela não tem nome oficial, mas pescadores de Boiçucanga a apelidaram de praia do Amor.

A prainha fica logo após Camburizinho, para quem parte em direção à Boiçucanga pelo mar -ela só é acessível por meio de barcos.

No riozinho de Boiçucanga, é possível contratar pescadores, a cerca de R$ 20 por pessoa (ida e volta) para chegar lá.

A praia é uma pequena faixa de areia, diante de um costão de rochas. Parece uma praia particular. Por isso, é garantia de sossego absoluto (daí vem o apelido).

As pedras dentro da água, em alguns trechos, formam um contraste bastante bonito com o mar de tom esverdeado. As árvores do rochedo ajudam a proteger o visitante do sol.

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PRAIA DO SANGAVA, GUARUJÁ

Da tumultuada Ponta da Praia de Santos, os desavisados que olham em direção ao Guarujá nem imaginam que ali, tão pertinho, existe uma praia vazia, de água verde-esmeralda e natureza praticamente intocada.

No passeio de barco até lá é possível ver de perto garças, gaivotas e albatrozes que descansam sobre as pedras. Tartarugas e cavalos-marinhos também são encontrados.

Os barcos partem da Ponta da Praia de Santos ou da praia de Santa Cruz dos Navegantes, no Guarujá, a um custo de R$ 20 por pessoa (ida e volta).

É point de esportistas que andam de caiaque e é ideal para praticar pesca submarina e mergulho.

Ali pertinho, também fica a praia do Cheira Limão, com uma faixa bem pequena de areia e, um pouco mais distante, a do Saco do Major. As duas também são pouco conhecidas na região.

Daniel Marenco10.jan.2012/Folhapress
Vista da praia do Sangava, no Guarujá, no litoral sul de São Paulo
Vista da praia do Sangava, no Guarujá, no litoral sul de São Paulo; veja galeria

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PACUÍBA, ILHABELA

Distante 15 quilômetros do centro, no norte de Ilhabela, fica escondida a pequena praia, de 50 metros de extensão.

Para chegar, é preciso pegar uma estradinha de terra, logo após Ponta das Canas, que qualquer tipo de automóvel atravessa com facilidade.

No caminho, ficam belas cachoeiras.

A chegada à Pacuíba é indicada por uma placa. A partir desse ponto, é preciso encarar uma pequena trilha, de fácil acesso. Só é preciso cuidado para não escorregar na parte com pedras.

A água do mar é quase transparente e propícia ao mergulho. Mas quando a maré está cheia, a faixa de areia some. Não esqueça de levar um repelente.

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BRAVA DE BOIÇUCANGA, SÃO SEBASTIÃO

Ao lado da agitada praia de Boiçucanga, que tem trânsito e shopping, como São Paulo, uma prainha conhecida por surfistas e pescadores fica quase abandonada, quando o mar está calmo. É essa a melhor chance de visitá-la.

Os barcos podem ser contratados no riozinho de Boiçucanga e custam R$ 20, ida e volta.

Mas, por causa das ondas, eles não encostam muito perto da faixa de areia, então é preciso saber nadar bem.

Também é acessível por meio de uma trilha, que parte do pé da serra no fim de Boiçucanga, e leva cerca de uma hora.

O esforço recompensa. O mar tem tom azul-esverdeado e há cachoeiras incríveis na mata.

Daniel Marenco-12.jan.2012/Folhapress
Mulher caminha na praia Brava de Boiçucanga, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo
Mulher caminha na praia Brava de Boiçucanga, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo; veja galeria
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Fenix


Quando o silêncio bate a porta,

Quando o eco da alma vazia se expande,

Quando as lágrimas secam e a dor permanece nos olhos,

Quando a insanidade toca a música no fundo do ser,

Quando o vazio aperta seu coração,

Quando a vida perder o rumo,

Quando a sensação de sufocamento toma sua garganta,

Quando o gosto de sangue habita a boca.

Quando a sombra escurece o dia,

Quando a noite é a única coisa a sua frente,

Quando as ideias perdem total sentido,

Quando o isolamento é a solução de um louco,

Quando as palavras não serão mais pronunciadas,

Quando o deus e o demônio se encontram em dançam em meio ao seu corpo pútrido,

Isolamento,

Silêncio,

Funeral,

Esquecimento!

Sem cinzas, sem renascimento!

 

EU ODEIO – GUARDA-CHUVAS


Por algum motivo os humanos tem alguma coisa contra a chuva, se você sair andando na rua em uma chuva e não estiver usando uma porcaria de um guarda chuva todos vão ficar olhando para você, como se fosse o maior absurdo do mundo sair andando por aí se molhando. A grande diferença ser que mim preferir ficar ensopado do que usar essa maldita arma da comédia e do mal gosto, um Guarda Chuva ser uma invenção feita para irritar e sacanear as pessoas, quebrando sempre na hora que você precisar e sumindo da sua casa quando você comprar um que seja um pouco melhor do que os comuns.

Esses malditos objetos que foram feitos para proteger da chuva só devem funcionar para humanos pequenos e patéticos, porque para mim mesmo utilizando essa porcaria ainda molha minhas pernas e meus ombros o tempo todo, deixando com uma ilusão que mim estar seco e estar tudo bem, quando na verdade ser basicamente a mesma coisa do que ficar sem o Guarda-Chuva, então mim já falar que não funcionar direito, mas esse ser só o começo.

Nunca uma porcaria dessas dura o tempo que deve, eles viram ao contrário com o vento e mesmo que voce cuide muito bem dele alguma coisa acontece, um fio solta, uma haste de metal quebra e você ficar com cara de idiota andando na rua segurando um guarda chuva quebrado que deixar uma goteira bem em cima do seu nariz, desrespeitando você e tudo aquilo que você acredita, roubando o doce do seu bolso e a carne acorrentada na sua cozinha, malditos guarda-chuvas!

Eles começar o ataque com mais ou menos 40 segundos de video…

Mim odiar guarda-chuvas, mim ficar muito puto até escrevendo a palavra com esse traço estranho no meio que está aí para tirar sarro e representar ele se virando do avesso e te deixando como um idiota na rua, quebrando na hora que você mais precisar e dificilmente te protegendo da chuva, são objetos idiotas que não aguentar um maldito ventinho e sustentar os vendedores por décadas, porque ser uma coisa que nunca durar e obrigar você a entrar num maldito ciclo vicioso de compra de Guarda-Chuvas! Mim jogar essa porcaria fora e esmagar com meus pés no meio dessa chuva, gritando para todo mundo ver e se assustar!

EU ODEIO – PASCOA


Sim, mim odiar completamente a pascoa. Maldita época onde os supermercados ficam lotados de supostos ovos de chocolate, recheados das mais tentadoras guloseimas, com os mais diversificados plasticos chamativos, querendo que você gaste seu suado papel colorido, também conhecido como dinheiro.

Fazem propagandas de ovos de chocolate de 1 kg por uma fortuna, falando que ele foi especialmente feito para você, com toda a gordura e açucar que o chocolate precisa ter. Uma verdadeira falta de respeito, merecedora da mais pesada clava na cabeça possivel. Mim explicar o por que de tanta raiva.

Andando pelos corredores de coisas com açucar, mim encontrar os famigerados ovos pendurados em um lugar incrivelmente baixo, me obrigado a abaixar para não destruir o lugar inteiro e revelar minha verdadeira identidade e ser obrigado a fazer mais um massacre dentro de um supermercado, que rapidamente seria camuflado como um vazamento na tubulação de gás e o lugar seria demolido. Naquele espaço pequeno, mim encontrar ovos ao incrivel preço de 14 reais (ou 3 folhas coloridas de dinheiro), investigando com mais cuidado, mim notar que eles pesam 40 gramas. Isso mesmo, 40 gramas, o que representa quase o nulo, não ser capaz nem de cobrir o buraco da carie do meu dente. Uma afronta a minha vontade de devorar tudo com chocolate e leite condensado.

Imagine você tentar enfiar a cara num monte de chocolate e nem ser capaz de segurar direito a porcaria do maldito ovo. Agora você andar um pouco mais, ir quase ao nivel do chão e encontrar lá, escondido, coberto por poeira, caixas e restos humanos, uma barra de 500 gramas de chocolate, custando o mesmo valor da porcaria do ovo de 40 gramas. Minha raiva ser tão grande que o simples urro foi capaz de derrubar a prateleira inteira, o que fazer com que eu tivesse que sair de lá bem rápido, porque é complicado comer chocolate quando se tem tantas pessoas gritando e se esperneando por causa de um ogro.

Esse ser só um exemplo da inutilidade que é uma festividade baseada em chocolate, onde apenas faz o preço dessa iguaria quadruplicar e não lhe rende nada da satisfação de poder se lambuzar num mar de chocolate derretido e ter que ficar lambendo os dedos a procura o resto do sabor inigualavel do chocolate.

Fonte

As dez fobias mais esquisitas do planeta


Olha isso…

Medo de quê – Odores do corpo

Nível de pavor – Medroso

Ok, ninguém em sã consciência gosta de ter cecê ou chulé, cuidando da higiene pessoal para não exalar esses odores pelo corpo. Só que é quase impossível não rolar um bodunzinho ou outro de vez em quando, né? Pois é esse o pavor de quem sofre de bromidrofobia. Os “zé-limpinhos” tomam vários banhos por dia e, de tanta esfregação, chegam a ficar com a pele machucada. O medo de cheirar mal pode ser tão grande que muitos evitam qualquer atividade que gere transpiração.

9. Caetofobia

Medo de quê – Pelos e cabelos

Nível de pavor – Maricas

O ator Tony Ramos e o guitarrista Slash são o maior pesadelo de quem tem caetofobia. É que eles morrem de medo de pessoas muito peludas ou com uma baita cabeleira. Em geral, os “caetofóbicos” cortam o cabelo bem curtinho ou até raspam a cabeça. Alguns chegam a contratar alguém só para lavar seu cabelo e não ter que tocar na “coisa peluda”! No outro extremo, estão as vítimas de falacrofobia, o temor de ficar careca – aliás, o que seria o paraíso para os “caetofóbicos”…

8. Deipnofobia

Medo de quê – Jantar em família ou com amigos

Nível de pavor – Medroso

Para as pessoas com deipnofobia, basta sentar à mesa para uma singela refeição e está pronto o cenário do terror: elas aprontam o maior suador, sentem falta de ar e são tomadas por uma sensação de impotência. É que elas enxergam um jantarzinho como uma terrível ameaça, que trará à tona conflitos emocionais não resolvidos. A britânica Karen Tate, por exemplo, sempre tem um ataque de pânico quando vai a um restaurante com amigos, e não vê a hora de sair do lugar. Poderia aproveitar para não pagar a conta!

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Obituary!


Próximo shoooow! 😛

Obituary é uma banda de death metal de TampaFlorida. Eles iniciaram sua carreira com o nome de Xecutioner em 1984 e depois trocaram para Obituary. São considerados uma banda bastante influente no cenário death metal mundial. Fazem parte do grupo das 5 bandas mais importantes do movimento Death da FlóridaDeathMorbid AngelCannibal Corpse e Deicide. Seu álbum de 1990 Cause of Death é considerado um álbum seminal no gênero, e o cantor John Tardy é reconhecido como um dos primeiros vocalistas a utilizar vocais guturais extremamente graves (comparado aos vocais guturais agudos utilizados pelas bandas anteriores Death e Possessed).

A banda se dissolveu em 1997 e se reuniu novamente em 2003. Durante este hiato Donald Tardy tocou na banda de Andrew W.K., e usou uma camiseta da banda Obituary durante uma apresentação no programa de TV norte-americano Saturday Night Live. Já Allen West, enquanto esteve fora da banda, se focou em dois projetos: as bandas Lowbrow e Six Feet Under. Trevor Peres formou a banda Catastrophic em 2001, que continua a existir em paralelo com sua banda principal.