Cardiff – My dream is there


 

Cardiff (em galês Caerdydd) é a capital e uma subdivisão administrativa autônoma, Principal Area (região ditigente), do País de Gales.

Cardiff é a capital mais nova da Europa. Há um século era o porto mais ocupado de carvão no mundo. Hoje, as antigas docas têm sido transformadas em um complexo de restaurantes e atrações aos visitantes. Os museus, teatros e lojas proeminentes significam, o ano todo, diversão e entretenimento. Além disso, seus 330 parques e jardins colocam Cardiff entre as cidades mais verdes do Reino Unido.

  • Castelo de Cardiff e Castell Coch (o Castelo Vermelho): Ambos os castelos são pontos turísticos muito famosos em Cardiff. Além disso, são marcos da arquitetura gótica do século XIX.
  • Salão de St. David: Assistir aos concertos orquestrais, clássicos de rock e jazz no salão de St. David pode ser uma excelente opção de entretenimento musical.
  • Cardiff Bay: Os edifícios Vitorianos situados na baía de Cardiff foram transformados em restaurantes finos, clubes e lojas de grife localizadas ao lado de um lago tornando o lugar agradável para passar tanto o dia como a noite.

 

A era Viking


Conforme as fontes literárias para a Era Viking – Eddas e Sagas – os vikings não eram particularmente religiosos, eram muito mais pragmáticos e realistas. No paganismo nórdico não havia fanatismo, mas em suas práticas haviam rituais e culto aos ancestrais. A magia se caracterizava por uma religiosidade xamâninca baseada no contato com os mundos sobrenaturais, para a obtenção de conhecimento.

“Cronologicamente, os nórdicos que recebem essa alcunha viveram entre 793 a 1066 d.C, a divisão clássica da Era Viking. Os escandinavos pertencem aos chamados povos germânicos, uma classificação que leva em conta a linguagem e certos aspectos culturais básicos, como a mitologia. E os germanos fazem parte de uma grande leva migratória denominada de Indo-europeus (do qual fazem parte também os celtas, eslavos e gregos).” Prof° Dr. Johnni Langer.

“A Era Viking é o nome da última parte do início da Idade do Ferro na Escandinávia. Hoje, de um modo um tanto controverso, a palavra viking também é usada como um adjetivo genérico que se refere aos escandinavos da era viking. A população escandinava medieval é referida de um modo mais apropriado como nórdicos.

Os vikings, por vezes usa-se a forma aportuguesada viquingues, eram guerreiros-marinheiros da Escandinávia que entre o final do século VIII e o século XI invadiram e colonizaram as costas da Escandinávia, Europa e Ilhas Britânicas. Embora sejam conhecidos principalmente como um povo de terror e destruição, eles também fundaram povoados e fizeram a expansão do comércio pacificamente.

Os vikings conquistaram a maior parte da Irlanda e grande parte daVikings Inglaterra, viajaram pelos rios da França e Espanha, e ganharam controle de áreas na Rússia e na costa do Mar Báltico. Houve também invasões no Mediterrâneo e no leste do Mar Cáspio. A principal razão que se crê estar por trás das invasões foi a superpopulação causada pelo avanço tecnológico do uso do ferro.

Para o povo que vivia na costa, foi natural a procura por novas terras pelo oceano. Outra razão foi que, nesse período, vários países europeus encontravam-se envolvidos em conflitos internos, sendo portanto presas fáceis para a organização viking. O amor à aventura e o sucesso militar, característico de uma cultura que valorizava os feitos heróicos das sagas, deve ter sido outro fator.

Seus navios dragão (drakar) permitiam que os vikings navegassem longas distâncias, além de trazer vantagens tácticas em batalhas. Eles podiam realizar eficientes manobras de ataque e fuga, nas quais atacavam rápida e inesperadamente, desaparecendo antes que uma contra-ofensiva pudesse ser lançada. Os navios dragão podiam também navegar em águas rasas, permitindo que os vikings entrassem em terra através de rios.

Muitos dizem que os vikings usavam elmos com chifres pois receavam, pelas suas crenças, de que o céu lhes pudesse vir a cair nas cabeças. Apesar desta conhecida imagem a respeito deles – que na realidade era uma crença Celta, uma analogia à Cernunnos e não nórdica – eles jamais utilizaram tais elmos.

Essas características não passam de uma invenção artística das óperas do século XIX, que reforçavam as nacionalidades, no romantismo, e que visavam a resgatar a imagem dos vikings como bárbaros cruéis (o que nunca foram), pois sua aparência era incerta.

Os capacetes que os vikings verdadeiramente utilizavam eram cônicos e sem chifres. Não existe qualquer tipo de evidência científica paleográfica, histórica, arqueológica e epigráfica de que os escandinavos da Era Viking tenham utilizado capacetes córneos. Até mesmo as asas no capacete do personagem de quadrinhos Asterix são fantasiosas e não conferem com a realidade.” (Fonte: Wikipédia)

Os vikings eram regidos por ideais militares de força e coragem, inspirados em Thor e Odin.

“Sabemos que campainhas de guerreiros vivendo sob disciplina rígida realmente existiram no fim da Era Viking. A literatura preservou as memórias dos vikings, como um bando de homens levando vida de solteiros em uma comunidade guerreira, com regras rígidas de obediência. Algumas regras foram registradas, para nossa informação: nenhum homem poderia entrar para essas campainhas se tivesse mais de cinqüenta anos ou menos de 18 e nem poderiam ter uma mulher no alojamento.” Hilda R. Ellis Davidson – Deuses e Mitos do Norte da Europa.

A Magia das Runas

A magia rúnica servia como uma escrita secreta para a comunicação em ações militares e nos procedimentos mágicos, que iam desde a proteção aos encantamentos em geral. A arte divinatória era utilizada pelos vikings, mas desconhecem-se os métodos exatos para consultá-las. Os métodos de runas invertidas e a runa branca, são invenções contemporâneas derivadas do tarot medieval, não havendo vínculos com a cultura original da Era Viking.

“Somente com o advento da Era Viking, as runas foram empregadas para textos longos, geralmente talhadas em suportes pétreos (estelas, monumentos funerários feitos em blocos de pedra), madeira, ossos e couro. A partir da forma padrão do rúnico germânico (futhark antigo, com 24 sinais alfabéticos), os Vikings inventaram duas variações: as de rama longa (futhark dinamarquês) e o rama curta (futhark sueco), ambos de 16 sinais.

O significado da palavra (rúnar): saber secreto, segredos. Em muitos rituais, as runas eram gravadas enquanto eram recitadas fórmulas mágicas (galdr) e eram pintadas com o sangue de animais sacrificados (blóts). Segundo a mitologia nórdica, Odin teria descoberto as runas, durante seu auto-sacrifício na árvore Yggdrasill.

Como Odin também está associado à poesia e a magia, as runas acabaram tendo uma relação estreita com esses dois. As runas para adivinhação, geralmente, eram gravadas em pedaços de madeira (desde os tempos de Tácito), ossos e pedaços de pedra.” (Fonte: Prof° Dr. Johnni Langer)

Deus Odin

“Eu Sou o Filho da Terra
E do Céu estrelado,
Mas a minha origem é só o Céu.”
(A Tábua em Cova Órfica)

O Grande Deus da guerra e dos mortos, Odin, é considerado o pai das runas sagradas que, através da prática do xamanismo, entrava em transe e supostamente viajava em espírito à terra dos mortos, para visitar os Deuses e obter conhecimento.

Odin aparece dependurado na árvore do mundo, a Yggdrasill, perfurado por uma espada, descrito no poema de Hámával. Sacrifício voluntário feito para aquisição de conhecimentos secretos e oculto, pois ao ser capaz de olhar para baixo da árvore da vida e levantar as runas, soube decifrar toda a sua magia. Que assim seja!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Fonte bibliográfica:

Hilda R. Ellis Davidson – Deuses e Mitos do Norte da Europa


 

Skadi


É a Deusa do Inverno e da caça, casou-se com Njord, Deus dos Mares, porque acabou se confundindo no concurso de pés mais bonitos. Ela queria se casar com Balder, por isso seu casamento não era tão feliz, também é a Deusa da Justiça, da Vingança, e da Cólera. Símbolos: montanhas e locais altos.

http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Mitologia_N%F3rdica

10 of the Worst Oscar Winners in History


Sometimes the Oscars get it right. You can’t really argue with Gone with the Wind or The Godfather winning Best Picture awards, or Star Wars winning Best Special Effects, or Anthony Hopkins and Jodie Foster taking acting honors for Silence of the Lambs. But then there are other times when award winners are not so clear-cut and people argue endlessly about the merits. Here are some of the Academy’s more egregious offenses.
Elizabeth Taylor, ‘Butterfield 8’ – Best Actress, 1960

© Warner Home Video
This may be the only time an Oscar winner so openly dismissed the quality of the film she won for. Taylor called Butterfield 8 “a piece of obscenity” and only made the film to fulfill her contract at MGM. After her nomination she still felt “it stinks… I have never seen it and I have no desire to see it.” But Taylor may have won less for her performance than for her near fatal bout with pneumonia that made her a sentimental favorite.

Tom Hanks, ‘Forrest Gump’ – Best Actor, 1994

© Paramount
Tom Hanks won an Oscar for Philadelphia the year before he won for Forrest Gump so he already had a gold statue when he stole the award from John Travolta (Pulp Fiction), Paul Newman (Nobody’s Fool), and Morgan Freeman (The Shawshank Redemption). So sometimes it’s not just who wins and for what but who wins over whom. In this case there were three far more worthy nominees.
More on Tom Hanks
Marisa Tomei, ‘My Cousin Vinny’ – Best Supporting Actress, 1992

© 20th Century Fox
Here’s another case of a winner causing raised eyebrows. When Jack Palance read Marisa Tomei’s name for the comedy My Cousin Vinny people were shocked she had beaten such vets as Judy Davis (Husbands and Wives), Joan Plowright (Enchanted April), Vanessa Redgrave (Howard’s End), and Miranda Richardson (Damage). Adding to this is the rumor that presenter Palace couldn’t read the winner’s name or was drunk, and misread it and that Redgrave was the actual winner but the Academy didn’t know how to ask for the award back. Although there’s nothing to support the rumor, it’s remained a tainted win.
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‘Driving Miss Daisy’ – Best Make Up, 1989

© Warner Home Video
Unless Jessica Tandy is a 20 year old and Morgan Freeman is white, there’s no explaining how Driving Miss Daisy won for make-up effects over films such as The Adventures of Baron Munchausen.

John Mollo and Bhanu Athaiya, ‘Gandhi’ – Best Costumes, 1982

© Sony Pictures
Gandhi wears a sheet. How could that win best costumes over La Traviata, Tron, Sophie’s Choice, and Victor/Victoria?

“Chim Chim Cher-ee,” ‘Mary Poppins’ – Best Song, 1964

© Walt Disney Video
Well picking the worst best song was tough. There was stiff competition from “The Morning After” (The Poseidon Adventure), “You Light Up My Life” (You Light Up My Life), and “You’ll Be in My Heart” (Disney’s Tarzan). But really “Chim Chim Cher-ee”? Even “Supercalifragilisticexpialidocious” is better. But then this category is the worst Oscar category there is. It only encourages saccharine songs tagged on at the end of movies, and then at the awards show the need to perform all the nominated songs prolongs the night.

Glenda Jackson, ‘A Touch of Class’ – Best Actress, 1973

© Turner Home Entertainment
Sometimes an award is annoying because it is given to a performer for what is so obviously the wrong role. Glenda Jackson has played British queens, starred in daring films by Ken Russell, and done subtle work in art house films. But what does she win for? A ridiculous romantic comedy. Plus she beat out Ellen Burstyn for The Exorcist and Joanne Woodward for Summer Wishes, Winter Dreams.

Al Pacino, ‘Scent of a Woman’ – Best Actor, 1992

© Universal Studios
And here’s another intolerable win. Al Pacino has done amazingly subtle work in films such as The Godfather and Panic in Needle Park, and he’s been dazzling in films like Dog Day Afternoon. But does he get honored for any of those? No. Instead he chews up the scenery in Scent of a Woman and gets rewarded with the gold statue. Ho-ah!

Mary Pickford, ‘Coquette’ – Best Actress, 1928–1929

© Image Entertainment
Mary Pickford was America’s Sweetheart but her performance in Coquette was criticized as testing her range. Yet she won over actresses that most felt were more deserving by actively campaigning for the award. She reportedly had members of the Academy over for tea. And it didn’t hurt that she was a founding charter member of the Academy of Motion Pictures Arts and Science.
More on Mary Pickford
‘What Dreams May Come’ – Best Visual Effects, 1998

© Universal Studios
There should be a rule that a bad film should never be allowed to win in a technical category. This is just one of many inferior titles that managed to nab an Oscar even though the film as a whole was a piece of crap.

Bonus Baddies
Here are some Best Picture winners that simply didn’t deserve it: Greatest Show on Earth, The Great Ziegfield, Around the World in 80 Days, Forrest Gump, and Chicago.